ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.316-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>CORPO ESTRANHO LINEAR EM GATO</strong></p><p align=justify><b>Lucas Alécio Gomes </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Jaqueline Paola Zanon </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Maria Isabel de Melo Martins </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Josmari Pirolo </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Laurenil Gaste </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b>Rogério Marcasso </b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>); <b><u>Maria Carla Perozim Preti </u></b> (<i>Universidade Estadual de Londrina</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Corpo estranho linear é mais comum em gatos do que em cães, e na maioria das vezes é emergência cirúrgica. Os sinais clínicos mais comuns são anorexia, vômito, letargia, dor abdominal e febre. O diagnóstico é baseado na história de vômito e pela inspeção da cavidade oral, na qual se verifica o objeto preso na região do frênulo lingual. Pode ocorrer também plicatura do intestino delgado com dor à palpação abdominal. No exame radiográfico, com ou sem contraste, o sinal mais comum é o pregueamento do intestino delgado. O manejo conservativo em gatos é indicado se os sinais clínicos não justificam o tratamento cirúrgico imediato. Corta-se o objeto linear e verifica-se se ele passará pelos intestinos. Caso contrário, enterotomias múltiplas serão necessárias. Relata-se o caso de um gato macho, siamês, de 9 meses de idade, atendido no Hospital Veterinário da UEL, com vômitos há 36 horas e dor à palpação abdominal. Na inspeção da cavidade oral foi observado corpo estranho linear preso à base da língua. Ao exame radiográfico abdominal, notou-se acúmulo de gás em alças intestinais. Procedeu-se anestesia do paciente e o corpo estranho foi seccionado. Após 12 horas, realizou-se a celiotomia exploratória, inspecionou-se estômago e alças intestinais e nada fora encontrado. No dia seguinte à cirurgia, o animal defecou o corpo estranho linear, evidenciando que em alguns casos, como cita MUIR et al (1995), não há necessidade de cirurgia, e a secção da linha é suficiente. Assim, conclui-se que em gatos com vômito, corpo estranho linear é um diferencial e nem sempre é necessária intervenção cirúrgica, caso o paciente esteja em bom estado físico.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>