ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.307-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>ASPECTO HIGIÊNICO-SANITÁRIO DE ABATE DE FRANGOS</strong></p><p align=justify><b><u>Bernadete Miranda dos Santos </u></b> (<i>Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Thais G. M. Abreu </b> (<i>Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Adairton S. Lima </b> (<i>Universidade de Viçosa</i>); <b>Sergio H. Souza </b> (<i>Universidade de Viçosa</i>); <b>Ricardo P. Roberi </b> (<i>Pif Paf Alimentos S.A.</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições higiênico-sanitárias nas diferentes etapas de abate de frangos. O material para o estudo constituiu-se de 25g de pele das regiões do pescoço, do peito, das asas e das pernas de 27 frangos. Quanto aos resultados obtidos, verificou-se que a contagem de bactérias totais, de coliformes totais e fecais, bem como de Staphylococcus aureus nas carcaças de frangos nas diferentes etapas do abate manteve-se dentro dos limites aceitáveis de qualidade. Contudo, a amostra número 3, colhida na saída do chiller e a amostra número 2, colhida após embalar, foram as únicas a não apresentar crescimento de Staphylococcus aureus. Considerando-se que não existem padrões de comparação para coliformes totais estabelecidos pelas legislações sanitárias em vigor, a análise dos resultados apresentou índices de coliformes totais e fecais dentro das exigências de qualidade higiênico-sanitária durante o processo de abate de frangos. RESUMO O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições higiênico-sanitárias nas diferentes etapas de abate de frangos. O material para o estudo constituiu-se de 25g de pele das regiões do pescoço, do peito, das asas e das pernas de 27 frangos. Quanto aos resultados obtidos, verificou-se que a contagem de bactérias totais, de coliformes totais e fecais, bem como de Staphylococcus aureus nas carcaças de frangos nas diferentes etapas do abate manteve-se dentro dos limites aceitáveis de qualidade. Contudo, a amostra número 3, colhida na saída do chiller e a amostra número 2, colhida após embalar, foram as únicas a não apresentar crescimento de Staphylococcus aureus. Considerando-se que não existem padrões de comparação para coliformes totais estabelecidos pelas legislações sanitárias em vigor, a análise dos resultados apresentou índices de coliformes totais e fecais dentro das exigências de qualidade higiênico-sanitária durante o processo de abate de frangos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>