ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.302-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ESTUDO PRELIMINAR DA CORRELAÇÃO ENTRE O PERÍMETRO TORÁCICO E O PESO CORPORAL DE BÚFALOS LEITEIROS MESTIÇOS MURRAH (BUBALUS BUBALIS).</strong></p><p align=justify><b>Doracele Ancântara </b> (<i>PMB - Belém - Pará</i>); <b>Cláudio Vieira </b> (<i>UFRA</i>); <b>Ruht Falesi Bittencourt </b> (<i>UFRA</i>); <b>Fernado Elias Rodrigues da Silva </b> (<i>UFRA</i>); <b>Elvira Catarina Valente Colino </b> (<i>ADPARA</i>); <b><u>Moacir Cerqueira da Silva </u></b> (<i>UFRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O Brasil possui o maior rebanho bubalino da América do Sul, com cerca de 3,5 milhões de cabeças, onde o Estado do Pará conta com 50% desse contingente, principalmente criados na Ilha de Marajó, em sistema extensivo e em condições precárias de manejo, alimentação e, sobretudo de instalações zootécnicas, o que pressupõe dificuldades no manejo dos animais, que são estimados em 600 mil cabeças. Na prática veterinária, principalmente na posologia de medicamentos e drogas anestésicas, se faz necessário o conhecimento do peso dos animais, uma vez que pelas condições de criação utilizadas na Ilha de Marajó e nos municípios do baixo e médio Amazonas, pouquíssimas propriedades possuem balanças para a pesagem dos animais, o que dificulta a quantificação da dose requerida, pondo em risco o sucesso da prescrição. Objetivando minimizar esse problema, decidiu-se realizar um estudo da correlação entre as variáveis, peso vivo (PV) e perímetro torácico (PT), na espécie bubalina, para obtenção de uma fita barimétrica que permita mensurar o perímetro torácico e deduzir o peso vivo do animal. Para a realização do estudo foram utilizados inicialmente, 143 bubalinos leiteiros mestiços murrah, sendo 85 machos, entre bezerros e animais com idades variando entre oito meses a dois anos e meio, e 58 fêmeas com idades entre sete e oito anos e bezerras. Os animais foram pesados em balanças aferidas e em seguida eram tomadas as medidas dos perímetros torácicos. Com os dados obtidos foi aplicado o teste  t , que demonstrou significância de 0,00061 entre os pesos vivos de machos e fêmeas. A associação entre o peso vivo e o perímetro torácico foi expressa pela equação PV = 78,8014 x (PT) 2,5272 para as fêmeas, e PV = 58,4155 x (PT) 2,9112 para os machos. Através do estudo foi possível concluir preliminarmente da existência de correlação entre as variáveis estudadas e que o sexo do animal, exerceu influência sobre o peso e consequentemente no perímetro torácico. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>