ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:16.253-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bioterismo</b><p align=justify><strong>EFEITOS DO ULTRA-SOM TERAPÊUTICO NAS ALTERAÇÕES DAS CÉLULAS VERMELHAS APÓS LESÃO MUSCULAR IATROGÊNICA</strong></p><p align=justify><b><u>Giovani Jacob Kolling </u></b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Adão Felix Saurin </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Rodrigo Pizzolotto Machado </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Sílvio Teixeira da Costa </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Cristiane Beck </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Rodrigo Della Méa Plentz </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Luis Ulisses Signori </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUÇÃO: A inflamação é a fase mais importante no processo de regeneração muscular, este tipo de lesão interage com o sistema circulatório, onde são observadas alterações na coagulação, na trombólise e nas concentrações sistêmicas das células vermelhas (eritrócitos). A terapia ultra-sônica (US) é comumente recomendada para o tratamento das lesões musculares, sendo este equipamento terapêutico possui efeitos térmicos e/ou mecânicos5 dependendo de seus parâmetros de aplicação. OBJETIVO: Verificar as alterações sistêmicas nas células vermelhas e no fibrinogênio advindas da aplicação do US contínuo e pulsado após lesão muscular iatrogênica. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram utilizados quarenta a oito ratos machos da raça Wistar (300 a 400g), divididos em 3 grupos homogêneos: controle, US contínuo (USC) e US pulsado (USP) e, submetidos à incisão cirúrgica na face lateral do membro posterior direito, onde o músculo bíceps femoral foi lesionado transversalmente (50%). O USC (1.0 MHz) foi aplicado sobre o local da lesão a uma intensidade de 0,4 W/cm2, durante três minutos a cada 12h. O USP foi aplicado a ¼ (2ms on e 8ms off), mantendo constante os demais parâmetros. O sangue foi coletado por punção venosa do plexo retrorbital para as análises das células sangüíneas vermelhas e do fibrinogênio na 24ª, 48ª e 72ªh após o protocolo de lesão. Os grupos foram comparados pela ANOVA de duas vias (coletas e grupos) para medidas repetidas seguida de Post Hoc de Bonferroni. RESULTADOS E DISCUSSÃO: O USC (24h: 40,3±1,1 vs 48h: 37,8±0,9 vs 72h: 37,6±0,8# %) e o USP (41±1,4 vs 38,8±0,4 vs 36,6±1,0#) promoveram uma diminuição do hematócrito apenas na 3º coleta, sendo que o grupo controle (41,3±1,4 vs 37,5±1,0* vs 37,8±1,0#; P=0.001) este fato já ocorreu na segunda coleta. O USC reduziu 14% dos eritrócitos apenas de 2º coleta (24h:8,4±0,3 vs 48h:7,2±0,3* vs 72h:7,95±0,2x105/mm3; P=0,001) não se alterando no USP (8,0±0,2 vs 7,8±0,3 vs 7,5±0,2 P>0.05) e no grupo controle (8,2±0,3 vs 7,7±0,3 vs 7,9±0,3) em nenhum dos momentos. A hemoglobina reduziu na 2ª e 3ª coletas para os grupos USC e controle, sendo que para o USP (13,3±0,3 vs 12,7±0,2 vs 12,2±0,3#g/dL; P=0,001) apenas na última coleta. O fibrinogênio apresentou-se reduzido em aproximadamente 30% na 1ª coleta (USP:256,2±27,3* vs USC:387,5±44,6 vs Controle:356,2±31,5mg/dL; P=0,013) e 20% na 48ºh (289,7±26,7* vs 340,0±41,1 vs 350,0±37,6) em relação aos demais grupos. Não foram observadas diferenças entre o volume corpuscular médio, concentração de hemoglobina corpuscular média e nas proteínas plasmáticas totais. Os resultados sugerem que há redução dos eritrócitos, da hemoglobina e do hematócrito se deva ao aumento da temperatura que leva a maior hemorragia provocada pela dose terapêutica do USC. O USP promoveu uma redução do fibrinogênio circulante, sugerindo-se que o efeito mecânico proporcionado por esta seja indicado no tratamento da fase inflamatória de lesões musculares. CONCLUSÃO: Os dados sugerem que a aplicação do USC apresenta o efeito pró-hemorrágico no tratamento de lesão muscular, pois apresenta uma redução em relação às coletas dos eritrócitos, da hemoglobina e do hematócrito e o USP apresenta uma resposta antiinflamatória pela redução o fibrinogênio.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>