ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.241-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE E TRATAMENTO NO CONTROLE DA HIDROCEFALIA: RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Lourdes Caruccio Hirschmann </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Alexandre Corrêa </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Claudia Giordani </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marina Piccoli Facco </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Anelize de Oliveira Campello </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Carolina Lobo </b> (<i>Centro de Saúde Animal - Amigos para Sempre</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A hidrocefalia é definida como um aumento no volume do FCS (fluido cérebro espinhal) na caixa craniana, causada por anormalidade congênita, relativamente comum em cães de raças pequenas. Está inserida nas malformações congênita, podendo em alguns casos também ser adquirida, ou seja, sem distinção de faixa etária. Este trabalho relata um caso clínico de hidrocefalia congênita em um cão da raça yorkshire, com 36 dias de idade que apresentou, entre outros sinais clínicos, abaulamento da caixa craniana com abertura persistente das fontanelas. Foram realizados ultrassonografia e exame neurológico do paciente. A ultrassonografia foi realizada no espaço aberto das fontanelas e visou a mensuração do tamanho dos ventrículos cerebrais. No exame neurológico não foram observados alterações. Através de uma inspeção e anamnese bem conduzida pela médica veterinária, associada aos dados epidemiológicos como a influência da idade e raça, dos sinais clínicos compatíveis e exames complementares o diagnóstico foi estabelecido, sendo assim o animal foi submetido à terapia domiciliar com corticosteróides e furosemida. O paciente apresentou bons resultados à terapia, pois foi possível o controle da hidrocefalia. Após dois meses do fim do tratamento o animal apresentou redução no espaço entre as fontanelas e mantém-se estabilizado e com a terapia domiciliar de manutenção à base de prednisona.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>