ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:23.237-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bem Estar Animal</b><p align=justify><strong>CONDIÇÃO E BEM-ESTAR DE EQÜINOS DE TRAÇÃO DE SANTA MARIA</strong></p><p align=justify><b>Michella Poyer Biazus </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Melânia Lazzari Rigo </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b><u>Marinês Lazzari </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Luis Antônio Sangioni </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Silvia Comassetto da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este trabalho consiste em uma iniciativa integrada de pesquisa e extensão através do Programa de Ação Social Amigo do Carroceiro (PASAC), desenvolvido por professores e acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), juntamente com uma comunidade de carroceiros da zona oeste do município de Santa Maria, RS. O objetivo foi avaliar o bem estar dos animais, as principais enfermidades e traçar um perfil epidemiológico. Os dados das famílias eram obtidos por meio de um questionário, que continha informações socio-econômicas. Nos eqüinos, foi analisada a condição e escore corporal, tipo e jornada de trabalho, alimentação, sanidade e principais diagnósticos clínicos, realizados em exames de rotina. Com os registros, foi possível relacionar a escolaridade e renda familiar dos carroceiros, com as condições em que se encontravam os cavalos. Quanto menor o nível de educação, maior eram os problemas com o eqüino. A jornada de trabalho ficava em torno de 5 horas, pois o animal, utilizado para tração, também era necessário para o transporte do próprio carroceiro e familiares, visto que o transporte urbano, representava um custo elevado para a baixa renda das famílias. Ações sociais e educativas de caráter multidisciplinar foram sugeridas para auxiliar na qualidade de vida dos carroceiros e melhorar a utilização da tração animal, fornecendo também, suporte clínico ambulatorial aos eqüinos e orientações sobre o bem estar animal.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>