ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.236-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>FREQÜÊNCIA DO ALELO DA SÍNDROME DO CORDEIRO ARANHA EM OVINOS SUFFOLK E HAMPSHIRE DOWN NA REGIÃO SUL DO BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Éverton Eilert Rodrigues </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Luiz Alberto Oliveira Ribeiro </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Norma Centeno Rodrigues </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Daniel Thompsen Passos </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Tania de Azevedo Weimer </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Síndrome do Cordeiro Aranha (Spider Lamb Syndrome, SLS) é uma doença autossômica recessiva de ovinos, caracterizada por graves anormalidades músculo-esqueléticas. A enfermidade é causada por uma mutação no códon 700 do gene receptor 3 do fator de crescimento do fibroblasto (FGFR3), provocando o crescimento ósseo descontrolado. Doenças congênitas como a SLS têm impacto significativo sobre a eficiência de produção. O objetivo deste trabalho foi verificar a freqüência da mutação nas raças Suffolk e Hampshire Down em três rebanhos da região Sul do Brasil. Foram avaliadas 256 amostras, sendo 146 ovinos da raça Suffolk de dois rebanhos e 110 ovinos Hampshire Down. O DNA genômico foi extraído a partir de sangue periférico, amplificado por PCR e clivado com a enzima de restrição XhoI. As freqüências gênicas observadas variaram entre os diferentes rebanhos: em Suffolk, o alelo E (mutante) teve freqüência de 6% em um rebanho e 3% no outro, enquanto em Hampshire Down foi de 6%. Estes resultados demonstram a ocorrência de 8-12% de heterozigotos, salientando a necessidade de medidas preventivas para evitar o nascimento de indivíduos afetados. A eliminação dos animais portadores do alelo E do sistema de reprodução beneficiará a indústria ovina. Estes dados são importantes para os criadores, já que a genotipagem dos reprodutores permite a realização de cruzamentos dirigidos evitando o aumento da freqüência do alelo causador da síndrome, reduzindo as perdas econômicas. É importante salientar que, no Brasil, o teste baseado no DNA para detecção de animais heterozigotos não vem sendo realizado de rotina.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>