ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.221-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>QUANTIFICAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE MELANISMO EM LEOPARDUS GEOFFROYI (CARNÍVORA: FELIDAE) VÍTIMAS DE ATROPELAMENTO NA FRONTEIRA SUDOESTE ENTRE BRASIL E URUGUAI.</strong></p><p align=justify><b>Felipe Bortolotto Peters </b> (<i>ULBRA</i>); <b><u>Gustavo Bortolotto Peters </u></b> (<i>UNICRUZ</i>); <b>Sabrina Milchareck </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Produzida pelos melanócitos, a melanina é um pigmento endógeno do subgrupo autógeno, responsável pela coloração de pêlos, pele, cabelos e íris. O melanismo é formado pelo ácido diidroxiindoxilico e estimulada pela pituitária, que produz hormônios (a-MSH e b-MSH) que estimulam o aumento da produção da pigmentação o que se verifica em alguns felinos silvestres brasileiros. O gato-do-mato-grande (L. geoffroyi) apresenta coloração básica amarelo-ocráceo com padrão de pintas negras igualmente espaçadas, porém, diferente dos outros felinos de padrão maracajá, raramente forma rosetas completas, sendo freqüente a ocorrência de melanismo em espécimes do Rio Grande do Sul e Uruguai. Neste trabalho são apresentados os resultados parciais dos registros de padrões de pelagem de espécimes de gato-do-mato-grande coletados atropelados nos municípios de Bagé, Dom Pedrito e Santana do Livramento (Bioma Pampa) entre os anos de 2006 e 2008. Para conhecer proporção de indivíduos melânicos em relação aos pintados foram aplicados a Freqüência Relativa (FR), com o qual se determina o número e a porcentagem de cada padrão de pelagem; e a Freqüência de Ocorrência (FO), a qual expressa a porcentagem das viagens que houve registro de melanismo na espécie. No total foram obtidos 23 registros dentre os quais 43,47% (10 espécimes) corresponderam a indivíduos melânicos, constatados em 57,14% das viagens que ocorreram registro do gato-do-mato-grande. Os dados apontam uma ocorrência muita elevada deste fenômeno para a região estudada e salienta a necessidade de estudos mais aprofundados sobre os fatores fisiológicos, comportamentais e evolutivos que influenciam a ocorrência desta característica neste felídeo. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>