ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.191-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>LEISHMANIOSE EM CANINO  RELATO DE CASO EM URUGUAIANA-RS</strong></p><p align=justify><b>Fabíola Dalmolin </b> (<i>PUCRS - Campus Uruguaiana</i>); <b>Élida Teresita Braccini </b> (<i>PUCRS - Campus Uruguaiana</i>); <b>Saulo Tadeu Lemos Pinto Filho </b> (<i>PUCRS - Campus Uruguaiana</i>); <b>Silvia Gonzales Monteiro </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b><u>Mateus Santos Gaira </u></b> (<i>PUCRS - Campus Uruguaiana</i>); <b>Fabíola Peixoto da Silva Mello </b> (<i>PUCRS - Campus Uruguaiana</i>); <b>Tiago Antônio Piccoli </b> (<i>PUCRS - Campus Uruguaiana</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A leishmaniose é uma zoonose considerada reemergente no Brasil tem como zonas endêmicas a região Norte, Nordeste, Centro-oeste e Sudesde. Na região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, alguns casos de leishmaniose têm sido diagnosticados em humanos; em caninos alguns relatos foram feitos, mas não na região oeste do estado, local deste relato. O caso foi diagnosticado no Hospital veterinário da PUCRS  Campus Uruguaiana primeiramente através de diagnóstico clínico e citologia com material obtidos das lesões de pele, através da coloração rápida por Panótico, onde se visualizou as formas amastigotas no interior de macrófagos. Até o momento do presente relato, o animal encontra-se no setor de isolamento do referido hospital até que as decisões legais sejam tomadas. Suspeita-se que neste caso haja, além da forma cutânea da doença (com envolvimento principalmente do plano nasal e orelhas), uma forma visceral, já que os exames complementares demonstraram aumento da ALT e envolvimento dos linfonodos poplíteos, mandibulares e inguinais. Embora este caso tenha sido diagnosticado em Uruguaiana-RS, salienta-se que o animal tem origem uruguaia e viveu por 2-3 meses no município de São Borja-RS, sugerindo não haver contraído a doença na cidade do seu diagnóstico. Como não existe tratamento comprovado que possibilite a cura do animal, o cão pode continuar como fonte de infecção para o vetor, recomendando-se a eutanásia, conforme a legislação vigente. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>