ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.191-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>INCIDÊNCIA DE AUTOMEDICAÇÃO EM CÃES E GATOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA PUCRS DE JULHO DE 2007 A JUNHO DE 2008</strong></p><p align=justify><b>Fabíola Peixoto da Silva Mello </b> (<i>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</i>); <b><u>Mateus Santos Gaira </u></b> (<i>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</i>); <b>Norton Klein </b> (<i>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fabíola Dalmolin </b> (<i>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</i>); <b>Saulo Tadeu Lemos Pinto Filho </b> (<i>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A automedicação é um procedimento caracterizado pela iniciativa de um doente ou responsável de utilizar um produto que acredita trazer benefícios no tratamento de doenças ou alívio de sintomas. No caso de um cão ou gato, a automedicação é realizada por seus proprietários sem prescrição veterinária. Assim como ocorre em humanos, pode ser um ato extremamente danoso, pois pode mascarar ou impedir o diagnóstico correto de uma doença grave, podendo afetar negativamente em qualquer processo patológico; pode ainda provocar interações medicamentosas, efeitos secundários e riscos inaceitáveis do ponto de vista terapêutico. Dados sobre automedicação em animais são escassos. Desta forma, avaliamos a sua incidência em cães e gatos atendidos no Hospital Veterinário da PUCRS, no período de 1 ano. Dentre os animais atendidos neste período, 35% haviam sido automedicados. As classes de medicamentos orais mais comumente observados foram os antiinflamatórios (33%) seguidos dos antibióticos (18%), hormônios (9%), e suplementos minerais e vitamínicos (5%). Proprietários de 32% dos animais relatavam que estavam dando algum antibiótico oral, porém não sabiam informar o nome; isso foi também observado em 67% dos produtos oftálmicos e 9% dos antiinflamatórios orais. A classe de medicamento onde se observou mais efeitos adversos e intoxicações foi a dos antiinflamatórios não esteróides. Vemos a necessidade de orientação destes proprietários visando a compreensão da necessidade de guardar e relatar ao médico veterinário o produto e a dose de qualquer medicamento utilizado em seu animal e; a importância da conscientização da população sobre os perigos associados à utilização de automedicação, não somente em si mesmos, mas também com relação aos animais de companhia, evitando-se assim, gastos supérfluos, criação de resistência bacteriana, atraso no diagnóstico e terapêutica adequados, reações adversas e quadros de intoxicação. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>