ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.185-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>MULTIRRESISTÊNCIA BACTERIANA IN VITRO DE OTITE EXTERNA DE CÃES</strong></p><p align=justify><b>Antonio Bezerra de Sousa Junior </b> (<i>Médico Veterinário Autônomo</i>); <b>Livia Medeiros Neves Casseb </b> (<i>Instituto Evandro Chagas</i>); <b>Conceição de Maria Almeida Vieira </b> (<i>Universidade Federal Rural da Amzônia</i>); <b><u>Vania Maria Trajano da Silva Moreira </u></b> (<i>Universidade Federal Rural da Amzônia</i>); <b>Alexandre do Rosário Casseb </b> (<i>Universidade Federal Rural da Amzônia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO: O objetivo deste trabalho foi pesquisar os principais agentes microbianos que podem causar otite externa canina, assim como verificar a sensibilidade in vitro dos agentes microbianos à antimicrobianos, normalmente utilizados em otites caninas. Avaliando assim o padrão de eficácia in vitro de 15 fármacos antimicrobianos. Foram investigadas 57 amostras de secreções otológicas provenientes de 39 cães de ambos sexos. Estas amostras foram coletadas assepticamente, de cães que apresentavam sinais clínicos de otite. Confeccionaram  se esfregaços que foram corados pela técnica de Gram e Giemsa e observados em microscópio comum em objetiva de imersão (aumento de 1000 vezes). Em seguida as amostras foram semeadas em meio de Agar sangue de carneiro a 5%, Ágar Mackonkey, Ágar sabouraud, caldo cérebro-coração e incubados a 37&#61616;C. As espécies microbianas foram identificadas com base na morfologia de colônia, coloração pelo método de Gram, produção de pigmento, e prova bioquímica. Foram isolados cocos Gram positivos: Staphylococcus spp (37.8%), Streptococcus spp (12.2%); bacilos Gram positivos: Bacillus spp (7.32%); enterobacterias: Proteus spp (10.98%), Escherichia coli (3.66%) e Klebsiella spp (1.22%); bacilos Gram negativos não fermentadores: Pseudomonas aeruginosas (17.07%) e bacilos não identificados (9.76%); leveduras (13.68%): Candida albicans (84.62%) e Malassezia pachydermatis (15.38%). A susceptibilidade a antimicrobianos foi avaliada pelo método de difusão em Ágar estabelecido pelo Comitê Nacional de Clinica Laboratorial, observando os seguintes resultados: Gentamicina (68.6%), Norfloxacina (61.11%), Enrofloxacina (58.33%), Amicacina (54.17%), Estreptomicina (48.61%), Tetraciclina (29.17%), Ciprofloxacina (27.78%), Cloranfenicol (25,00%), Cefalexina (23.61%), Florfenicol (18.06%), Ceftriaxona (12.50%), Cefalotina (11.11%), Sulfonamidas (5.56%), Penicilina G (2.78%) e Ácido Nalidíxico (1.39%). Concluiu-se que os cocos Gram positivos foram os mais prevalentes e do gênero Staphylococcus spp. As amostras bacterianas causadoras de otite externa nos cães estudados são multirresistentes. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>