ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.184-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>EFEITOS DA INALAÇÃO DE OZÔNIO EM CAMUNDONGOS ( MUS MUSCULUS).</strong></p><p align=justify><b>Cesar Augusto Garcia </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Leonilda Stanziola </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Mariana Camilo da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b><u>Odilon Marquez de Oliveira </u></b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Tassiana Isabella Matias de Souza </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>É reconhecido que curtos períodos de exposição ao ozônio através das vias aéreas produz reações que incluem: redução da função ventilatória; aumento da permeabilidade e reatividade da árvore respiratória; aumento dos mediadores endógenos e células inflamatórias, e uma diminuição de pneumócitos tipo I nos alvéolos. Líquidos de lavagem broncoalveolar obtidos de humanos expostos ao ozônio exibiram aumento na infiltração de neutrófilos e no conteúdo de mediadores inflamatórios e citocinas. Alguns pesquisadores correlacionam a infiltração de neutrófilos com altos níveis de interleucina 8 ( IL-8) que são encontradas nesses líquidos . Os danos causados pelo ozônio inalado estão relacionados com a liberação de ácido aracdônico das membranas celulares dos pulmões, produzindo um aumento nos níveis de leucotrienos, os primeiros responsáveis pelos processos de quimiotaxia. Como resultado, neutrófilos são atraídos até o tecido pulmonar causando danos locais. Os efeitos adversos bem conhecidos quando o ozônio é inalado, tanto quanto os efeitos paradóxicos encontrados depois da utilização do gás provocam muitas razões para reflexão e conclusões que futuros estudos deveriam investigar uma maior faixa de variáveis, esforçando-se para obter uma interpretação mais compreensiva dos fenômenos descritos na literatura.Este trabalho objetivou estudar alterações fisiológicas e de comportamento de camundongos expostos à inalação de ozônio em câmara fechada por diferentes tempos de exposição.Quatro lotes de 10 camundongos, foram contidos em ambiente fechado e submetidos à inalação da mistura oxigênio  ozônio produzida por gerador de ozônio com capacidade de produção fixa, dosada volumetricamente por iodeto de potássio e titulação com tiossulfato de sódio (IOA), de 0,00023 gramas de ozônio por minuto ou 0,014 g de ozônio por hora, alimentado por uma ampola de oxigênio com 99,5% de pureza, à pressão de 200 Kgf/cm2, num fluxo de 5 litros/min durante 15, 30, 45 e 60 minutos.As alterações observadas, bem como os óbitos, estão em conformidade com os achados de autores. A dispnéia acentuada, broncoespasmo e constricção retroesternal, estão bem evidenciadas pela apatia e contrações abdominais observadas no tempo de 15 minutos de inalação da mistura oxigênio-ozônio. Observou-se um total de 10 óbitos, que se iniciaram após 30 minutos de inalação e continuaram acontecendo até completarem-se 60 minutos. Estes achados corroboram algumas afirmações de autores, no entanto, diferem no que diz respeito ao tempo de inalação. Os autores afirmam acontecerem os óbitos após 4 horas de inalação, enquanto que no presente trabalho estes eventos foram observados a partir de 30 minutos de inalação. Acreditamos que esta discrepância encontre justificativa nas concentrações da mistura oxigênio-ozônio utilizadas por aquele autor e as concentrações implementadas neste trabalho. As manifestações de dispnéia acentuada, edema pulmonar agudo e parada respiratória encontram confirmação nos achados histopatológicos de edema pulmonar, ruptura alveolar e hemorragias pulmonares. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>