ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.183-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>MODELO DE LESÃO ISQUÊMICA EM RATOS JOVENS E MADUROS</strong></p><p align=justify><b><u>Janaina de Lima Georgii </u></b> (<i>UERJ</i>); <b>Thaís Porto Amadeu </b> (<i>UERJ</i>); <b>Andréa Monte-alto-costa </b> (<i>UERJ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O reparo tecidual cutâneo é um processo interativo, no qual diversos eventos complementares acontecem. Quando um desses eventos está alterado, a fase do reparo seguinte não acontece de forma normal ou mesmo não ocorre, prejudicando a cicatrização, o que leva a formação de lesões crônicas. Muitos fatores prejudicam o reparo tecidual como, por exemplo, presença de corpos estranhos na lesão, maceração tecidual, infecção e isquemia que, provavelmente, é o fator que contribui mais seriamente para a formação desses tipos de lesão, tais como as úlceras de pressão. Considerando que o reparo tecidual em animais jovens e maduros apresenta diferenças, mas ainda é pouco conhecido, o objetivo desse trabalho é comparar a progressão do reparo tecidual cutâneo prejudicado pela isquemia em ratos jovens e maduros. Esse trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ratos Wistar machos jovens e maduros (3 e 7 meses de idade, respectivamente) foram separados em grupos controle e isquêmico. Os grupos controle apresentavam apenas uma lesão excisional (1 cm2) no dorso. Nos grupos isquêmicos duas lesões incisionais paralelas (7 cm) foram realizadas para separar a pele do tecido subjacente. Depois que as incisões foram suturadas, uma lesão excisional (1cm2) foi feita entre elas. A contração e re-epitelização da lesão foram medidas no dia que foi feita a lesão e, 2, 5, 7, 12 e 14 dias após a lesão. A lesão e a pele adjacente foram coletadas 14 dias após a lesão, fixadas em formol e embebidas em parafina. Cortes foram corados com HE, vermelho de picrosírius e a imunohistoquímica para &#945;-actina de músculo liso também foi realizada. A contração e a re-epitelização das lesões não apresentou diferença entre os grupos controle, porém a área da lesão estava maior nos grupos isquêmicos quando comparados aos grupos controle 2, 5, 7, 12 e 14 dias após a lesão. Nos grupos isquêmicos, a área da lesão estava menor nos animais jovens quando comparados aos animais maduros 2, 5, 7, 12 e 14 dias após a lesão. A re-epitelização foi maior nos grupos controle do que nos grupos isquêmicos 12 e 14 dias após a lesão (Figura 1a, b). Os grupos isquêmicos apresentaram grande quantidade de células inflamatórias comparado aos grupos controles, porém os grupos maduros apresentaram maior celularidade que os grupos jovens (Figura 2a, b, c, d). Tanto nos grupos controle quanto isquêmicos, os jovens apresentaram fibras colágenas vermelho-amareladas grossas e paralelas à superfície, enquanto os maduros apresentaram fibras colágenas vermelho-brilhantes finas e desorganizadas (Figura 2e, f, g, h). Nos grupos isquêmicos verificou-se um aumento na quantidade de vasos sanguíneos comparado com os grupos controle, onde observamos a presença de vasos sanguíneos pequenos com parede fina (Figura 2i, j, l, m). Os resultados mostram que esse modelo de lesão crônica representa um bom modelo para o estudo da cicatrização de lesões crônicas, sendo mais evidente em ratos maduros.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>