ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.176-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>POLIARTRITE POR LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: RELATO DE CASO.</strong></p><p align=justify><b><u>Camila Paraboni </u></b> (<i>Clínica Veterinária PetClin</i>); <b>Polliana Alves Franco </b> (<i>Universidade Federal do Mato Grosso do Sul UFMS</i>); <b>Douglas Rodrigo Mattei </b> (<i>Universidade para Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal UNIDERP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO A Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é causada pelo protozoário Leishmania chagasi, no Brasil, e é transmitida pelo flebotomíneo Lutzomia longipalpis, tendo o cão doméstico como principal reservatório e os vertebrados como hospedeiros potenciais (Homem, gambá, cão, gato, eqüino, roedores e animais silvestres). São descritas, mais comumente, manifestações hematológicas, dermatológicas, renais, hepatoesplênicas, locomotoras, oculares e neurológicas da doença. Dispõe-se de exames sorológicos, citológicos de diversos órgãos e tecidos e moleculares para o diagnóstico da infecção. Acompanhou-se o caso de um cão, macho, sem raça definida, de 6 meses de idade, que foi doado a uma Clínica Veterinária em Campo Grande, MS, apresentando claudicação e pelagem em más condições. A suspeita foi leishmaniose visceral, já que o animal vivia em uma área endêmica para a doença. O exame físico revelou linfoadenomegalia, aumento de volume articular em membro anterior, dor à palpação articular, onicogrifose, descamação epidérmica, alopecia periocular bilateral e esplenomegalia. A citologia de linfonodo, de baço e do líquido sinovial revelou a presença de formas amastigotas de Leishmania sp., além alterações no fluido compatíveis com doença articular inflamatória de caráter infeccioso. O presente relato enfatiza a necessidade de inclusão da leishmaniose visceral no diagnóstico diferencial de doenças ortopédicas em animais residentes em áreas endêmicas para a enfermidade. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>