ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.175-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>NÍVEIS DE METAIS PESADOS EM PIRAMUTABAS (BRACHYPLATYSTOMA VAILANTII) CAPTURADAS NA BAÍA DE MARAJÓ E COMERCIALIZADAS NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ.</strong></p><p align=justify><b>Elvira Catalina Valente Colino </b> (<i>MINISTÉRIO DA AGRICULTURA - ADPARÁ</i>); <b><u>Dulcidéia da Conceição Palheta </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA</i>); <b>Augusto Fonseca Saraiva </b> (<i>LABORATÓRIO CENTRAL DA ELETRONORTE</i>); <b>Elizabeth da Cruz Cardoso </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Vinte e duas amostras de peixes da espécie Brachyplatystoma vailantii - Piramutaba, capturadas na Baía de Marajó, foram analisadas através de Espectrometria por Emissão Ótica (ICP-OES) para determinação dos níveis de alumínio, chumbo, arsênio e manganês, e Espectroscopia de Absorção Atômica para a determinação de mercúrio total, objetivando subsidiar os órgãos de vigilância sanitária do Estado do Pará para a investigação e controle de possíveis causas da intoxicação por metais pesados adquiridas pelo hábito alimentar do consumo de pescado local. Não foram encontrados níveis significativos de chumbo e arsênio nas amostras analisadas, entretanto, as concentrações de alumínio e manganês foram consideradas elevadas, com valores variando entre 6,28 a 19,93 mg/kg e 0,17 a 1,30 mg/kg, respectivamente. O mercúrio na musculatura do peixe, apresentou-se abaixo dos limites estabelecidos pela legislação brasileira. Não houve correlação entre as variáveis comprimento e peso dos peixes e as concentrações dos metais. A investigação revelou a necessidade da realização de maiores estudos envolvendo o chumbo, o arsênio, o alumínio, o manganês e o mercúrio em outras espécies de peixes consumidos, bem como o estabelecimento de padrões máximos de níveis permitidos para o alumínio e o manganês, de modo a não comprometer a saúde dos consumidores belenenses. Palavras chave: piramutaba, chumbo, arsênio, alumínio, manganês, mercúrio. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>