ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:17.175-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Toxicologia</b><p align=justify><strong>INTOXICAÇÃO EXPERIMENTAL POR ARSÊNIO EM PEIXE AMAZÔNICO COLOSSOMA MACROPOMUM EXPOSTO AGUDAMENTE.</strong></p><p align=justify><b><u>Dulcidéia da Conceição Palheta </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA</i>); <b>Wilfredo Pragana de Oliveira </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ</i>); <b>Ana Patrícia da Silva Palheta </b> (<i>MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI</i>); <b>Simone de Fátima Pereira </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ</i>); <b>Elizabeth Sumi Yamada </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Tendo em vista a contaminação ambiental por metais pesados na Amazônia, em especial de resíduos metálicos oriundos de áreas de mineração, investigou-se a ação tóxica do As2O3 (Tríóxido de Arsênio) sobre a espécie Colossoma macropomum (Tambaqui) exposta à concentração de 0,2 mg de As2O3/L H2O2 em sistema de aquário fechado durante um período de 96hs. Foram utilizados espécimens de tambaquis jovens, que foram previamente acondicionados e expostos ao metalóide em sistema de aquário fechado, tendo sido coletadas amostras de tecido retiniano e órgãos periféricos como fígado e rins para análises morfológicas. A determinação da bioacumulação por arsênio foi realizada no tecido hepático através de Espectroscopia de Absorção Atômica com Plasma Induzido (ICP). O tecido retiniano apresentou células da camada ganglionar com características de degeneração e necrose; os tecidos hepático e renal apresentaram células parenquimatosas com seus contornos irregulares, núcleos reativos e em alguns casos fragmentação da cromatina. Os níveis de arsênio total no tecido hepático dos animais tratado e controle foram de 0,175 ± 0,019 µg/g e 0,019 ± 0,008 µg/g, respectivamente. A ação neurotóxica do trióxido de arsênio sobre o tecido retiniano mostra que a contaminação ambiental do meio aquático por este metalóide pode levar a serias conseqüências na homeostasia desta espécie uma vez que pode comprometer o sistema visual e assim, mecanismos de percepção como captura de presas e reações de luta ou fuga. Palavras-Chave: arsênio, Colossoma macropomum, camada de células ganglionares, neurônios ganglionares </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>