ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.171-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO ELETROCARDIOGRÁFICA E DA CONCENTRAÇÃO DE POTÁSSIO E CÁLCIO DE ASININOS SEDADOS COM XILAZINA (RESULTADOS PARCIAIS)</strong></p><p align=justify><b>Cassia Maria Molinaro Coelho </b> (<i>UFG</i>); <b>Luiz Antônio Franco da Silva </b> (<i>UFG</i>); <b>Rosângela Alves de Oliveira </b> (<i>UFG</i>); <b>Leandro Guimarães Franco </b> (<i>UFG</i>); <b><u>Lorena Karine Soares </u></b> (<i>UFG</i>); <b>Camila França de Paula Orlando </b> (<i>UFG</i>); <b>Leandro Batista Caetano </b> (<i>UFG</i>); <b>P. R. Nasciutti </b> (<i>UFG</i>); <b>Carolina Rodrigues Carrijo </b> (<i>UFG</i>); <b> Marina R. Oliveira </b> (<i>UFG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Estudos demonstram que os asininos apresentam maior metabolismo de alguns fármacos em relação os eqüinos, o que torna a extrapolação das doses de eqüinos para animais desta espécie algumas vezes ineficaz. A xilazina é um &#945;2 agonista muito utilizado para sedação de eqüídeos, capaz de causar alterações cardiorespiratórias dose-dependente significativas. O objetivo do presente trabalho foi avaliar se a dose de xilazina proposta para eqüinos (1,0 mg/kg) foi capaz de sedar asininos e avaliar as possíveis alterações eletrocardiográficas e nas concentrações induzidas pelo fármaco. Neste estudo, foram utilizados oito asininos de diferentes idades submetidos a sedação com 1,0 mg/kg de xilazina e avaliados antes (PRE) e 10 minutos após a aplicação (POS) quanto: freqüência cardíaca (FC), presença ou desenvolvimento de arritmias, duração e amplitude das ondas e complexos do traçado eletrocardiográfico e concentração sérica de potássio (K+), cálcio (Ca++). Os resultados demonstraram que todos os animais foram sedados com a dose proposta, com três animais apresentando sialorréia. Dois animais desenvolveram bradicardia sinusal, dois animais bloqueio atrioventricular de segundo grau e um sinus arrest. A duração do complexo QRS e a amplitude da onda R diminuíram significativamente no momento POS. Não foram encontradas alterações significativas em K+ e Ca++. Conclui-se que a dose de 1mg/kg foi apropriada para sedar os animais do experimento e que as alterações eletrocardiográficas observadas após a sedação não causaram alterações clínicas deletérias aos animais.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>