ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.164-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DESEMPENHO DE BORREGOS EM CAMPO NATIVO SUBMETIDOS À SUPLEMENTAÇÃO CONCENTRADA COM OU SEM MONENSINA SÓDICA</strong></p><p align=justify><b><u>Cristiano Luiz Zerbielli </u></b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Daniele Furian Araldi </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Ricardo Xavier da Rocha </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Adrino Becker </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Raquel Ruppenthal </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Gustavo Bortolotto Peters </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>); <b>Cristiano Avozani </b> (<i>Universidade de Cruz Alta</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Avaliou-se o desempenho de borregos em campo nativo, na região de Cruz Alta-RS, submetidos a suplementação concentrada com ou sem monensina sódica. Foram avaliados 15 animais cruza Texel e Ile-de-France, com massa corpórea média (MC) de 28,8kg (± 3kg) e idade média de 1 ano (± 2 meses) e escore de condição corporal médio de 2 (±1), escala 1 a 5. Os animais foram divididos aleatoriamente em 3 grupos com 5 animais cada, onde T1: controle, T2: suplementação com 1%MC sem monensina e T3: suplementados com 1%MC com monensina. O experimento teve duração de 45 dias, sendo os animais pesados semanalmente. Os animais foram suplementados no período incial da manhã e após eram conduzidos aos piquetes por 8 horas diárias. Obteve-se como resultados do ensaio um aumento no ganho médio por animal, quando suplementados com concentrado (T2) e concentrado + monensina (T3), não diferiram estatisticamente (P<0,05), somente quando comparados ao tratamento testemunha (T1). Embora vários pesquisadores tivessem demonstrado efeitos benéficos dos ionóforos sobre a digestibilidade ou degradabilidade dos alimentos, outros não demonstraram qualquer efeito ou reportaram efeitos indesejáveis. Lemenager et al. (1978), Simpson (1978) e Poos et al. (1979) registraram que a monensina diminuiu a digestibilidade da fibra ou da MS quando utilizaram animais ou inóculos, quando em experimentos in vitro, não adaptados a este produto. Já McCann et al. (1990) e Araujo-Febres & Fernández (1991) observaram que a monensina foi capaz de aumentar a digestibilidade da fibra e da proteína à medida em que a proporção de volumosos era diminuída. Os resultados deste ensaio concordam com muitos outros que não observaram efeitos da monensina sobre o consumo de alimentos e ganho médio animal (Dinius et al., 1976; Ricke et al., 1984; Branine & Galyean, 1990; Galloway et al., 1993; Yang & Russell, 1993). </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>