ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.133-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>INCIDÊNCIA DA MASTITE BOVINA POR FASE DE LACTAÇÃO TENDO COMO AGENTE ETIOLÓGICO STAPHLOCOCCUS SP NA REGIÃO DE IMPERATRIZ -MA</strong></p><p align=justify><b>Marina Castro Belin </b> (<i>Universidade Estadual do Maranhão</i>); <b>Rodrigues Leocadio Guimarães Sousa </b> (<i>Universidade Estadual do Maranhão</i>); <b><u>Manoel de Oliveira Dantas </u></b> (<i>Universidade Estadual do Maranhão</i>); <b>José Fábio França Orlanda </b> (<i>Universidade Estadual do Maranhão</i>); <b>Raquel Furtado Sousa Nascimento </b> (<i>Universidade Estadual do Maranhão</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente trabalho teve como objetivo avaliar o estado sanitário da glândula mamária de vacas paridas, em produção leiteira em diferentes fases da lactação e a predominância do microorganismo Staphlococcus sp no leite. Utilizou-se leite de 196 tetos de vacas em diferentes fases de lactação com média de produção de 18kilos de leite diários, os quais eram destinados a Indústria de laticínios. Inicialmente realizava-se exame de CMT (Califórnia Mastite Teste) ao pé da vaca e dos resultados positivos era realizada lavagem do úbere e recolhido amostra de leite em tubos de ensaio autoclavados e condicionados em caixa térmica com gelo, e conduzidos ao laboratório de Microbiologia Animal da UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO, onde em uma amostra de leite era retirado 0,5 ml e adicionado a tubos de ensaio contendo 4,5 ml de Brain Heart Infusion (BHI), para diluições seriadas até 10 ³. Em seguida essas diluições eram levadas à estufa por 24 horas a 37ºC. Após 24h de estufa, a diluição seriada 10 ³ do leite em BHI (1mL), era transferido para Placas de Petri contendo ágar específico para o crescimento de Staphylococcus sp e as placas levadas à estufa por 24 horas a 37ºC para o crescimento de colônias. Os espécimes isolados em ágar específico eram identificados por meio da coloração diferencial de Gram e produção de catalase, onde era realizado em lâmina, adicionando a uma colônia, 0,2 ml de H2O2 (peróxido de hidrogênio) 3%. Eram considerados Staphylococcus sp, os isolados que apresentam morfologia típica de cocos Gram positivos, agrupados em cachos e produção de enzima catalase.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>