ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.129-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>INFLUÊNCIA DO NITROGÊNIO URÉICO NO DESEMPENHO REPRODUTIVO DE VACAS DA RAÇA HOLANDESA</strong></p><p align=justify><b><u>Denize Costa da Rosa </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Gilson Antonio Pessoa </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Fernando Bracht </b> (<i>Empresa B&M Consultoria</i>); <b>Ana Paula Burin </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Ana Paula Martini </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Lucio Pereira Rauber </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Carlos Antonio Mondino Silva </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Mara Iolanda Batistella Rubin </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O efeito dos níveis de proteína na dieta de vacas em lactação foi avaliado sobre os índices reprodutivos de um rebanho de Vera Cruz do Oeste/PR. Vacas holandesas (n=28) foram distribuídas em Grupo 1 (g1) - animais com prenhez confirmada por ultra-sonografia (US) entre 25-50d (primeira avaliação) após inseminação artificial (IA) e Grupo 2 (g2) - animais com prenhez reconfirmada (segunda avaliação) após IA entre 51-75d. As matrizes foram acompanhadas de setembro a dezembro/2007. No primeiro mês a dieta foi balanceada e no segundo mês foi modificada reduzindo-se a silagem de milho em 50%, aumentando-se em 50% o farelo de soja. Esta dieta foi lançada no Programa Spartan®, constatando-se desequilíbrio nutricional com elevada taxa de proteína. O diagnóstico foi confirmado pela análise individual do leite das matrizes na Clínica do Leite da ESALQ-USP. A taxa média de uréia foi 18,25mg/dL. Após 20 dias a dieta foi re-balanceada. As matrizes foram reavaliadas nos dois meses seguintes. A análise estatística foi efetuada com tabelas de contingência e com Teste c2 a 5% de significância. A taxa de prenhez no período de oferta da dieta balanceada (72%) durante a IA foi inferior (P<0,0001) ao período da dieta desbalanceada (100%) quando o diagnóstico foi efetuado entre 25-50d (g1). No entanto, o exame ultra-sonográfico nas vacas arraçoadas com dieta balanceada no período da IA entre 51-75d (g2) indicou percentual de prenhez superior (55%; P<0,0001) ao mesmo período com a dieta desbalanceada (0%). A taxa prenhez verificada no período de dieta balanceada durante a implantação no g1 (76%) foi inferior (P<0,0001) à desbalanceada (100%), enquanto que no g2 a oferta de dieta balanceada e desbalanceada resultou em 48% e 0%, respectivamente (P<0,0001). Os parâmetros do nitrogênio uréico no leite são influenciados pela dieta oferecida aos animais e o desequilíbrio acarreta perdas significativas nas taxas de prenhez.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>