ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.102-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO COM URÉIA DE LIBERAÇÃO LENTA SOBRE PH RUMINAL, PRODUÇÃO LEITEIRA E NÍVEIS DE URÉIA NO LEITE E SANGUE EM VACAS LEITEIRAS  RESULTADOS PRELIMINARES</strong></p><p align=justify><b><u>Maikel Alan Goulart </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Mateus Silveira Lopes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rodrigo Carneiro de Campos de Azambuja </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Paula Montagner </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Pedro Augusto Silva Silveira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marcelo Moreira Antunes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rodrigo Reichert Haas </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Fabrício Theobald </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Francisco Augusto Burkert Del Pino </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marcio Nunes Correa </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da suplementação de uréia de liberação lenta sobre pH ruminal, produção leiteira e níveis de uréia no leite e sangue vacas leiteiras. O estudo foi conduzido durante 70 dias, utilizando 20 vacas em lactação. Estes animais foram devidamente identificadas e divididos em 2 grupos, onde 10 vacas do grupo 1 receberam uma dieta já utilizada na propriedade, a qual era incrementada com 80g de uréia por vaca/dia. No entanto, outras 10 vacas do grupo 2 receberam a suplementação do produto Optigen® II (uréia de liberação lenta) na quantidade equivalente a 88g/vaca/dia. As dietas dos grupos experimentais foram isonitrogenadas e isoenergéticas. Realizaram-se pesagens e coletas de leite semanalmente. As coletas de sangue também foram realizadas semanalmente, com intuito de mensurar os níveis séricos de uréia. A avaliação do fluido ruminal foi efetuada a cada duas semanas, sendo realizado avaliação do pH. A produção leiteira para o grupo 1 foi de 11,17kg/vaca/dia e para o grupo 2 foi de 11,27 kg/vaca/dia, caracterizando o sistema leiteiro como de baixa produção. Para valores absolutos de uréia sanguínea e no leite observou-se um crescente aumento ao longo do tempo, sendo que estes níveis estão condizentes aos encontrados por outros autores. Os valores absolutos e médios do pH do fluido ruminal, para ambos os grupos, se mantiveram na faixa fisiológica, entre 5,5 a 7,4. Conclui-se que a utilização de uréia de liberação lenta na suplementação para ruminantes não causa transtornos digestivos e metabólicos, desde que usado de forma correta. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>