ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:06.100-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Aqüicultura</b><p align=justify><strong>CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA E HISTOQUÍMICA DA BRÂNQUIA DO TELEÓSTEO CURIMATÃ-PACU, PROCHILODUS ARGENTEUS (PISCES, PROCHILODONTIDADE) DA REGIÃO DA REPRESA DE TRÊS MARIAS, RIO SÃO FRANCISCO, MINAS GERAIS</strong></p><p align=justify><b>Marcela Santos Procópio </b> (<i>UFMG</i>); <b>Heder José Ribeiro </b> (<i>UFMG</i>); <b><u>Luciana Moro </u></b> (<i>UFMG</i>); <b>Yoshimi Sato </b> (<i>UFMG</i>); <b>Elizete Rizzo </b> (<i>UFMG</i>); <b>José Dias Corrêa Junior </b> (<i>UFMG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A brânquia dos teleósteos possui várias funções relacionadas às trocas gasosas, excreção de compostos nitrogenados, regulação iônica e equilíbrio ácido-base. Devido à sua localização anatômica e ao contato direto com o meio ambiente, as brânquias têm sido utilizadas como um bioindicador histológico de alterações ambientais. A espécie curimatã-pacu, Prochilodus argenteus é uma espécie de grande valor econômico no rio São Francisco representando 50 % do pescado da região. Entretanto, para que a histologia do epitélio branquial dessa espécie possa ser utilizada como bioindicador, é necessária a caracterização prévia de sua estrutura morfológica normal. Com esse objetivo, espécimes de P. argenteus foram coletados no rio São Francisco. Fragmentos das brânquias foram dissecados, fixados em Bouin e processados para inclusão em parafina. Secções de 5 µm foram corados com HE e submetidos às técnicas histoquímicas de Alcian Blue (pH 1,0), Alcian Blue (pH 2,5) e ÁCIDO periódico de Schiff (PAS) para a análise estrutural e caracterização química dos carboidratos. Em P. argenteus os arcos branquiais apresentaram em sua estrutura tecidual: cartilagem hialina, tecido ósseo e tecido muscular liso revestido por epitélio mucoso. Os filamentos têm laterais dilatadas unidas as quais se conectam com lamelas dispostas transversalmente. Seu epitélio é constituído principalmente de células pavimentosas, células cloreto e células mucosas. As características morfológicas normais e alteradas são apresentadas e relacionadas com as possíveis aplicações em estudos de impacto ambiental.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>