ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:06.100-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Aqüicultura</b><p align=justify><strong>SIMILARIDADES NA ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DE GRÂNULOS INTRACITOPLASMÁTICOS PRESENTES NOS HEPATÓCITOS E AGREGADOS MACROFÁGICOS DE PEIXES TELEÓSTEOS</strong></p><p align=justify><b>Heder José Ribeiro </b> (<i>UFMG</i>); <b><u>Luciana Moro </u></b> (<i>UFMG</i>); <b>Marcela Santos Procópio </b> (<i>UFMG</i>); <b>Elizate Rizzo </b> (<i>UFMG</i>); <b>Yoshimi Sato </b> (<i>UFMG</i>); <b>Karla Balzuweit </b> (<i>UFMG</i>); <b>Hélio Chiarini Garcia </b> (<i>UFMG</i>); <b>José Dias Corrêa Junior </b> (<i>UFMG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Grânulos intracitoplasmicos (GI) ocorrem em organismos de todos os níveis tróficos. A formação dessas estruturas está associada aos processos de manutenção da homeostase nos organismos. No fígado de peixes teleósteos, alguns autores têm descrito a ocorrência de IG em hepatócitos e em agregados macrofágicos (AM), entretanto estudos sobre a relação entre a ocorrência e a composição destas estruturas nesses tipos celulares são raros na literatura. Neste trabalho analisamos os GI de fêmeas de Prochilodus argenteus em repouso gonadal por técnicas de microscopia de luz e eletrônica. Foram analisados materiais processados para histologia de rotina, Hematoxilina-Eosina (HE) e histoquímicas (Perls e von Kossa), microscopias eletrônicas de transmissão (MET) e varredura (MEV) e microscopias analíticas com a detecção de elétrons retro-espalhados (BE) e raios-x (EDXA). Em cortes de fígado corados por HE e técnicas histoquímicas, os GI presentes nos hepatócitos e nos AM apresentaram estrutura circular contendo depósitos de hemossiderina, lipofuscina e cálcio. Os dados ultra-estruturais evidenciaram que os GI possuem sub-compartimentos contendo produtos de degradação celular, floculados elétron-densos similares à ferritina e agregados de bicamadas lipídicas. As regiões com maior elétron-densidade determinadas pela detecção de BE mostraram ser compostas principalmente por ferro, fósforo e cálcio conforme demonstrado pelos espectros obtidos pela EDXA. Esses resultados sugerem que os GI do fígado de P. argenteus possuem dinâmica metabólica similar em ambos os tipos celulares, entretanto diferenças na distribuição nos domínios desses grânulos podem ser um indicativo de que essas estruturas possuam funções metabólicas distintas. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>