ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:06.100-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Aqüicultura</b><p align=justify><strong>CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS E MORFOMÉTRICAS DE CÉLULAS SANGUÍNEAS DO TELEÓSTEO PROCHILODUS ARGENTEUS</strong></p><p align=justify><b>Francisco de Oliveira Vieira </b> (<i>UFMG</i>); <b><u>Luciana Moro </u></b> (<i>UFMG</i>); <b>Núbia Braga Pereira </b> (<i>UFMG</i>); <b>Heder José Ribeiro </b> (<i>UFMG</i>); <b>Anilton Cesar Vasconcelos </b> (<i>UFMG</i>); <b>José Dias Corrêa Júnior </b> (<i>UFMG</i>); <b>Elizete Rizzo </b> (<i>UFMG</i>); <b>Yoshimi Sato </b> (<i>CODEVASF</i>); <b>Rubens Antônio Carneiro </b> (<i>UFMG</i>); <b>Hélio Chiarini Garcia </b> (<i>UFMG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Pouco se conhece, até o presente momento, sobre o tecido sangüíneo de peixes teleósteos. A fim de amplificar o conhecimento nessa área foi selecionado para este estudo o peixe teleósteo Prochilodus argenteus que é uma espécie de grande porte da bacia do rio São Francisco onde apresenta grande importância comercial. Contudo, estudos que abordem o padrão morfológico ou a classificação das células sangüíneas dessa espécie ainda não foram descritos na literatura. Para esse estudo, seis peixes foram coletados dos tanques de reprodução da Estação de Hidrobiologia e Piscicultura da CODEVASF. Imediatamente após a captura, coletou-se o sangue periférico para a confecção de esfregaços sangüíneos, os quais foram corados com May-Grünwald-Giemsa para avaliação morfológica e morfométrica. As células foram descritas morfologicamente. Medidas do comprimento e largura de hemácias, trombócitos, bem como comprimento e largura nuclear das hemácias foram: 11,3 ± 0,6-; 9,3±0,7-; 5,5±0,5-; 3,4±1,0- e 5,5±0,5- 3,1±0,3µm respectivamente. Os dados apresentados nesse trabalho permitiram descrever morfologicamente as células sanguíneos de P argenteus. As técnicas morfométricas utilizadas também se mostraram adequadas na determinação das dimensões celulares. A associação entre os métodos e dados gerados nesse trabalho e a caracterização ultraestrutural e citoquímica que estão em andamento permitirão avaliar a possibilidade de se utilizar a análise do sangue de P. argenteus como monitor biológico.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>