ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.97-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PROTOCOLO DE INDUÇÃO DE ACIDOSE RUMINAL SUB-CLÍNICA EM OVINOS MANTIDOS EM SISTEMA DE CONFINAMENTO</strong></p><p align=justify><b><u>Elizabeth Schwegler </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Pedro Augusto Silva Silveira </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Fabrício Theobald </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Rodrigo Reichert Haas </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Maikel Alan Goulart </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Viviane Rohrig Rabassa </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Marcio Nunes Corrêa </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas - NUPEEC</i>); <b>Carlos Gil-turnes </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Francisco A. B. Del Pino </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os animais com acidose ruminal sub-clínica (ARS) apresentam-se aparentemente sadios, sem a presença de sinais clínicos evidentes, porém sua produção é significativamente menor. Ainda são poucos os estudos referentes aos mecanismos envolvidos nas perdas produtivas geradas pela ARS, devido à dificuldade de se produzi-la experimentalmente. A falta de um protocolo de indução de ARS, por um período maior que 24 horas, sem que ocorra a doença clínica, levou a procura do aperfeiçoamento da técnica, de modo que possam ser coletados dados consistentes de perdas nos sistemas de produção. O objetivo deste estudo foi elaborar um protocolo de indução e mantença de ARS em ovinos mantidos em sistema de confinamento. Foram utilizados seis ovinos, sem raça definida (SRD), com peso médio de 35kg, mantidos em sistema de confinamento. Os animais estavam adaptados por mais de 21 dias, a uma dieta a base de feno de tifton e concentrado. Recebiam 1% de seu peso vivo de concentrado (ração IRGOVINO®), com 15% de proteína bruta. A indução da acidose ruminal sub-clínica foi realizada com a mesma ração já utilizada, fornecida à vontade. A coleta de líquido ruminal foi realizada quatro vezes ao dia por sondagem oro-ruminal (8h, 12h, 16h e 19h), por quatro dias consecutivos. Após oito horas ao início do protocolo de indução, os animais apresentaram seu pH ruminal abaixo dos padrões fisiológicos, sendo classificado com ARS. Os animais responderam ao protocolo de forma homogênea até às 19h do dia quatro, sendo assim, se mantiveram em ARS durante 75horas consecutivas. O protocolo de indução de acidose sub-clínica mostrou-se eficaz por um período de quatro dias.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>