ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.94-4</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DO ÓLEO ESSENCIAL DO O. VULGARE NO TRATAMENTO DA CANDIDÍASE EXPERIMENTAL SISTÊMICA</strong></p><p align=justify><b><u>Iara Wendisch </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Renata Osório de Faria </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Rosema Santin </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Isabel Martins Madrid </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Luiza da Gama Osório </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Franklin Vaz da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Maria Regina Alves Rodrigues </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>João Roberto Braga de Mello </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Mário Carlos Araújo Meireles </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marlete Brum Cleff </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO A candidíase é uma micose crescente em medicina veterinária, sendo preconizado o uso de fluconazol no tratamento, porém há resistência intrínsica por parte de algumas espécies de Candida. Análises in vitro ressaltam boa atividade antifúngica do O. vulgare frente a essas leveduras. Assim, o objetivo do estudo foi avaliar ação do óleo essencial do O. vulgare no tratamento da candidiase experimental sistêmica. Foram utilizados 48 ratos wistar, distribuídos em quatro grupos: T1/n=12:Óleo 1,5%; T2/n=12:Óleo 3%; T3/n=12: Fluconazol 10mg/Kg; T4/n=12: Controle (emulsão); os óleos foram emulsionados com 0,001% de Tween 80. A reprodução experimental foi realizada com isolado de C. albicans canino, sendo inoculado (106 céls/mL) pela veia lateral da cauda. Os fármacos e o diluente foram administrados diariamente, via oral durante 30 dias. Os animais foram analisados quanto a parâmetros clínicos, retro isolamento do agente e alterações macroscópicas. Os sinais da micose iniciaram nas primeiras 48-72hs de experimento. Em todos os parâmetros clínicos avaliados (apatia, sangramento nasal, andar em círculo, lateralidade da cabeça, incoordenação e óbitos), os grupos tratados T1, T2, T3 foram melhores que controle negativo (T4) (p<0,05). Não houve diferenças entre os grupos para as alterações macroscópicas nos órgãos, com exceção dos rins, onde o grupo T3 diferiu em relação aos demais grupos (T1,T2,T4). O grupo T4 foi aquele em que se observou maior retroisolamento do agente nos órgãos e o T3 foi o que apresentou menor. Conclui-se que o óleo essencial do Origanum vulgare apresenta atividade antifúngica, demonstrando bons resultados no tratamento da candidíase experimental sistêmica, porém são necessários maiores estudos que possibilitem introduzir esta substância como opção terapêutica para Candidíase Palavras-Chave: Candidíase, sistêmica, ratos, Origanum vulgare. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>