ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.94-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>CANDIDÍASE EXPERIMENTAL VAGINAL: AVALIAÇÃO DO ORIGANUM VULGARE NO TRATAMENTO</strong></p><p align=justify><b><u>Iara Wendisch </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Anelise Afonso Martins </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Melissa Orzechowski Xavier </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Luis Filipe Damé Schuch </b> (<i>Universidade Fedral de Pelotas</i>); <b>Ângela Leitzke Cabana </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Maria Regina Alves Rodrigues </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Joao Roberto Braga de Mello </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Mário Carlos Araújo Meireles </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Marlete Brum Cleff </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Elisa Simone Viega Salis </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Leveduras do gênero Candida tornam-se patogênicas com o aumento do número de células, levando a ocorrência de diferentes quadros clínicos. A candidíase vulvovaginal é atualmente um relevante problema de saúde, tornando-se necessário o conhecimento dos aspectos atuais sobre a infecção e novas opções de tratamento, assim como, a necessidade de pesquisas de novas substâncias com atividade antifúngica. Assim, neste trabalho tivemos como objetivo avaliar a atividade do óleo essencial do Origanum vulgare no tratamento da candidíase vaginal experimental. Foram utilizados 48 ratos wistar, distribuídos em quatro grupos: T1:Óleo 1,5%; T2:Óleo 3%; T3: Nistatina; T4: Controle (emulsão); os óleos foram emulsionados em suspensão de Agar a 0,8%. A reprodução experimental foi realizada com isolado de C. albicans, sendo inoculado (106 céls/mL) intravaginal. Os fármacos e o diluente foram administrados diariamente, via intravaginal durante 30 dias. Os animais foram analisados quanto a parâmetros clínicos e hematológicos, retroisolamento do agente e alterações macroscópicas. Nos parâmetros avaliados foram observadas alterações nos animais do Grupo T4 (Controle negativo) que apresentaram maiores alterações dos parâmetros avaliados quando comparados aos outros grupos (T1, T2; T3) e que o Grupo T3 (Controle positivo) foi aquele que apresentou o menor percentual de alterações nestes parâmetros. Os resultados de hemograma dos animais apresentaram-se dentro dos parâmetros fisiológicos esperados para a espécie estudada, sendo que a contagem dos tipos celulares, nos diferentes tratamentos não diferiu estatísticamente entre si (p>0,05). Não houve diferenças entre os grupos para as alterações macroscópicas nos órgãos, quanto ao retroisolamento do agente, foi demonstrado diferenças não significativas entre os tratamentos, sendo as UFCs iguais a: 3,1 log no T1, 1,2 log no T2 e 5,2 log no T4, enquanto que o grupo T3 observou-se 0,5 log UFC. Conclui-se que o óleo essencial do Origanum vulgare apresenta atividade antifúngica, demonstrando bons resultados no tratamento da candidíase experimental vaginal, porém são necessários maiores estudos que confirmem esta atividade. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>