ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.88-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>SÍNDROME ÚVEODERMATOLÓGICA (VOGT-KOYANAGI-HARADA) EM UM CANINO DA RAÇA AKITA (RELATO DE CASO)</strong></p><p align=justify><b><u>Vinícius Zanatta </u></b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Stella de Faria Valle </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Rogério Luizari Guedes </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Francisco Carlos Campana Junior </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Greice Gehrke </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Tiago Bonfiglio de Barros </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Deisi Cristiane dos Santos </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Filipe dos Santos Rocha </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Resumo A Síndrome Uveodermatológica, também denominada Síndrome Vogt-Koyanagi-Harada, é uma enfermidade que acomete humanos e cães, principalmente de raças asiáticas como o Akita que dentre outras é a principal raça afetada. A enfermidade afeta a pele produzindo dermatite e despigmentação das mucosas palpebral, nasal e labial; e os olhos, produzindo uveíte anterior ou panuveíte bilateral. Sinais neurológicos são mais comuns em humanos, embora sejam incomuns na espécie canina. Nessa espécie há raros relatos de afecções neurológicas, mas geralmente, não são encontradas evidências de alterações em exames neurológicos, no líquido cefalorraquidiano ou em necropsias. Conseqüências graves podem ser observadas nos animais afetados como dermatite crônica seguida de alopecia e eritema cutâneo, comprometimento dos olhos na forma de cegueira, ou mesmo glaucoma e catarata. Diversos autores acreditam que a doença seja conseqüência de alterações auto-imunes, envolvendo reações de linfócitos T contra melanócitos dérmicos e uveais. Suspeita-se também de fator hereditário sendo responsável pela manifestação da doença. A síndrome pode ser diagnosticada através do exame clínico, com auxílio de histórico clínico e exames complementares. O prognóstico da doença é desfavorável à longo prazo e as recidivas são comuns. O tratamento é longo e inespecífico a base de antiinflamatórios esteróides e imunossupressores. O presente trabalho tem por objetivo fazer breve revisão desta enfermidade, assim como relatar um caso clínico de um Akita atendido no Hospital Veterinário da Universidade de Passo Fundo (HV-UPF). Palavras-chave: uveíte, eritema cutâneo, glaucoma </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>