ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.87-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA NEOPLASIA MAMÁRIA CANINA</strong></p><p align=justify><b>Nicollas A. G. Rocha </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Edismauro G. Freitas Filho </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Nívea C. M. Silva </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Flávia Freitas Carvalho </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Jéssica Ribeiro Magalhães </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Hugo Ramos Raposo </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Patrícia Rosa de Assis </b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b><u>Maria Raquel Isnard Moulin </u></b> (<i>universidade federal de goiás</i>); <b>Cecília Nunes Moreira </b> (<i>universidade federal de goiás</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As neoplasias mamárias são mais freqüentes em cadelas e são o terceiro tumor mais encontrado em gatas, na faixa etária de oito a 13 anos, raramente acometem machos e quando presentes a probabilidade de ser maligna é alta. Com o objetivo de avaliar a prevalência de neoplasias mamárias em pequenos animais, foi realizado um estudo retrospectivo no Ambulatório Clínico Veterinário do Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás (CAJ/UFG), buscando obter dados a respeito da incidência de neoplasias na glândula mamária em cães e gatos. Também foram pesquisadas as características dos cães afetados por esta neoplasia segundo raça, sexo e idade. Os dados foram obtidos a partir de consultas às fichas clínicas dos animais atendidos durante o período de março de 2000 a julho de 2008. Nas fichas, constavam informações sobre o animal (sexo, idade, raça), anamnese, exame clínico e exames complementares (hemograma, bioquímica sérica, histopatológico e/ou citologia). A freqüência deste tipo de neoplasia foi mostrada com base no número de casos dentro de período avaliado, em um total de 23 casos. O diagnóstico foi baseado nos sinais clínicos sugestivos da enfermidade. Infelizmente na maioria dos casos não foi realizado o exame histopatológico, visto que a maior parte da população atendida não possuía poder aquisitivo para pagar pelo exame. Entre os anos de 2000 e 2008 foram atendidos 906 casos clínicos em pequenos animais. O total de neoplasias atendidas foram 94, sendo divididas em 41,48% TVT, 24,47% tumores mamários e outros tumores 31,91%. A prevalência de tumor mamário foi de 2,53% nos atendimentos. A totalidade dos casos foi observada em fêmeas. Com relação à espécie, 95,65%, eram cadelas e apenas um caso ocorreu em uma gata (4,35% dos casos),As neoplasias mamárias acometem principalmente cadelas idosas, com idade superior a oito anos, predominando em animais sem raça definida. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>