ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.86-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ESPOROTRICOSE -RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>José Eurico Vieira Nunes </u></b> (<i>CLÍNICA VETERINÁRIA SÃO FRANCISCO</i>); <b>João M. Chapon Cordeiro </b> (<i>CLÍNICA VET.SÃO FRANCISCO - PROFESSOR ADJUNTO APOSENTADO - UFPEL</i>); <b>Gilka Alonso de Araujo </b> (<i>CLÍNICA VETERINÁRIA SÃO FRANCISCO</i>); <b>Clarissa Fonseca Caetano </b> (<i>RESIDENTE- UFPEL</i>); <b>Caroline Sarmento </b> (<i>CLINÍCA VETRINÁRIA SÃO FRANCISCO</i>); <b>Isabel Duarte Schuch </b> (<i>ACADEMICA CURSO DE MED.VETERINÁRIA -UFPEL</i>); <b>Debora Scopel </b> (<i>ACADEMICA CURSO MED.VETERINÁRIA-UFPEL</i>); <b>Marlete Brum Cleff </b> (<i>LABORATORIO REGIONAL DE DIAGNOSTICOS - UFPEL</i>); <b>Tatiana de Ávila Antunes </b> (<i>LABORATORIO REGIONAL DE DIAGNOSTICOS - UFPEL</i>); <b>Isabel Madrid </b> (<i>LABORATORIO REGIONAL DE DIAGNOSTICOS - UFPEL</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>ESPOROTRICOSE - RELATO DE CASO Descreve-se a ocorrência de esporotricose em felino macho, SRD, não castrado, dois anos de idade. O paciente vivia em sítio com acesso à rua pernoitando no domicílio e muitas vezes no leito dos proprietários. As manifestações clínicas, motivo da consulta, foram lesões na calvária, pinas, região periocular esquerda e no plano nasal. No exame físico foram observadas lesões alopécicas e nodulares nas áreas referidas e membro torácico esquerdo, todas com a presença de crostas úmidas. A confirmação do diagnóstico foi realizada através de coletas de amostras das lesões úmidas com swabs estéreis, pêlos, material das unhas, fragmento da pele e do sangue do felino. As amostras foram enviados ao Laboratório Regional de Diagnóstico/UFPel (LRD/UFPel), para exames micológico, histopatológico e hemograma. O felino foi tratado com antibiótico sistêmico e limpeza das feridas com solução fisiológica até a emissão do laudo pelo laboratório. O resultado dos exames foi positivo para o crescimento de S. schenckii. No hemograma os valores fisiológicos do paciente estavam dentro da normalidade. Com base nestes resultados, o diagnóstico de esporotricose foi firmado. O protocolo terapêutico instituído para o paciente foi com itraconazol (10mg/kg, PO, SID). O paciente após 60 dias de tratamento na clínica e com melhora significativa o proprietário decidiu concluir o protocolo terapêutico no domicílio. O proprietário foi orientado continuar com a medicação por quatro semanas adicionais após o desaparecimento total das lesões. Houve contaminação com dois familiares e com outro gato macho de três anos. As pessoas foram orientadas a procurar um médico dermatologista. O segundo gato também recebeu tratamento com itraconazol (10mg/kg, PO, SID) durante 30 dias na clínica, concluindo o protocolo em domicilio. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>