ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.77-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>ESTUDO DA HEMOPLASMOSE NOS FELÍDEOS SILVESTRES DO PARQUE ZOOLÓGICO DE BRASÍLIA-DF, BRASIL </strong></p><p align=justify><b>Maia Araújo Abrahim </b> (<i>UnB</i>); <b><u>Marta Freitas Vasconcelos </u></b> (<i>UnB</i>); <b>Mayana Pereira dos Anjos Sodré </b> (<i>UnB</i>); <b>Fernanda de Paula Firmino </b> (<i>UnB</i>); <b>Laís Grego Silva </b> (<i>UnB</i>); <b>Giane Regina Paludo </b> (<i>UnB</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A hemoplasmose é uma doença infecciosa que acomete os animais da família felidae, caracterizada principalmente por anemia hemolítica imuno-mediada. Seu agente etiológico é um parasita epicelular gram-negativo de eritrócitos, que recentemente foi classificado em duas espécies: Mycoplasma haemofelis e Candidatus Mycoplasma haemominutum. A transmissão pode ocorrer por meio de artrópodes hematófagos, como pulgas e carrapatos, feridas causadas por mordeduras, transfusão sangüínea e transplacentária. Devido à alta mobilidade e não-especificidade a pulga parece ser o principal vetor, merecendo destaque a Ctenocephalides felis. Em felinos não domésticos, a forma de transmissão ainda é obscura. Foram coletadas amostras sangüíneas de nove felinos selvagens do Parque Zoológico de Brasília-DF e encaminhadas ao Laboratório de Patologia Clínica do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB). Todas as amostras foram submetidas a hemogramas completos, pesquisa de hemoparasitas em esfregaço sangüíneo e PCR para M. haemofelis. Não foram observadas alterações significativas nos hemogramas e nenhum hemoparasita foi encontrado nos esfregaços sangüíneos. Nenhuma amostra foi positiva para M. haemofelis na PCR realizada. Apesar do pequeno número de animais estudados do Parque Zoológico de Brasília, pode-se constatar que os hemogramas encontram-se dentro dos valores de referência para a espécie e que nenhum animal apresentou infecção para M. haemofelis, denotando que os animais encontram-se hígidos. Mais estudos devem ser realizados para que se verifique a presença de outros agentes causadores de hemoplasmose felina, como Candidatus Mycoplasma haemominutum ou Candidatus Mycoplasma turicensis.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>