ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.74-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>RELATO DE DOIS CASOS CLÍNICOS DE HIDROCEFALIA CANINA</strong></p><p align=justify><b><u>Tahísa Faria Velloso </u></b> (<i>Prefeitura Municipal de Passo Fundo; Mand UFRGS</i>); <b>Denise Bortoluzzi </b> (<i>Aluna da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Stella Rausch </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>); <b>Heloísa de Alcântara Barcelloso </b> (<i>Universidade de Passo Fundo</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A hidrocefalia classificada por morfogênese defeituosa congênita do sistema ventricular cerebral, está associada a dilatação deste sistema, hipoplasia ou atrofia dos tecidos nervosos adjacentes, a ação teratogênica de medicamentos ou distúrbio genético. É uma doença comum em cães miniaturas, podendo se apresentar em qualquer espécie animal, sendo a mais comum a enfermidade congênita do que a adquirida, sem predisposição por sexo (Chihuahua, Yorkshire Terriers e Poodle Toy). A hidrocefalia primária se deve pela incapacidade das vilosidades aracnóides de absorção do líquor, numa intensidade adequada. A secundária pode dever-se à obstrução ventricular. Os sinais clínicos mais comuns são convulsões, deficiências visuais cognitivas e demência, podendo ser rapidamente progressivos. A permanência das fontanelas abertas é também um indicativo importante, pois especialmente se associadas a sinais com aumento de volume da cavidade craniana e estrabismo, poderão indicar uma hidrocefalia. A terapia depende do tipo de distúrbio, primário ou secundário, podendo ser clínico ou cirúrgico. Se o animal portador de hidrocefalia congênita com o quadro neurológico estável e com comportamento aceitável, não se faz necessário o uso de terapia. O prognóstico na hidrocefalia primária parece ser razoável, diferentemente, na secundária, é pior. O presente trabalho visa relatar dois casos clínicos de hidrocefalia congênita canina em filhotes da raça Pinscher.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>