ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.70-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>EFEITOS DE UM SISTEMA ANESTÉSICO CONVERSÍVEL NÃO-VALVULADO E CIRCULAR NAS VARIÁVEIS CARDIOPULMONARES EM CAVALOS ANESTESIADOS COM ISOFLURANO.</strong></p><p align=justify><b>Cláudio Côrrea Natalini </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Alexandre da Silva Polydoro </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Ruben Lundgren Cavalcanti </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Luciana Queiroga Branquinho </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Nadia Crosignani </b> (<i>UFRGS</i>); <b><u>Priscila Beatriz da Silva Serpa </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Rodrigo Gonçalves Schallenberger </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Bruna Favieiro Pellin de Molnar </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Adriano Carregaro </b> (<i>UFSM</i>); <b>Fábio Futema </b> (<i>Universidade de Guarulhos</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A necessidade de um aparelho anestésico para grandes animais que comporte a variabilidade de pesos entre os mesmos e que minimize os riscos de hipercapnia e hipoxemia, motivou o desenvolvimento de um equipamento conversível de um sistema não-valvulado para um circular. O objetivo deste experimento foi o de demonstrar a viabilidade de tal equipamento, através de avaliações das funções cardiovascular e respiratória de eqüinos submetidos à anestesia geral. Para tanto, utilizaram-se seis animais adultos hígidos com pesos corporais de 424+44,1kg. Estes foram anestesiados com uma associação de xilazina, ketamina e diazepam. Após intubados e posicionados em decúbito lateral direito, isoflurano a 3V% e um fluxo de oxigênio de 10 litros/minuto foram estabelecidos até os animais alcançarem um plano anestésico adequado. Cada animal foi mantido por 30 minutos no sistema não-valvulado e 30 minutos no sistema circular, com fluxo de 5 litros/minuto de oxigênio e isoflurano entre 1,5 e 2V%. Valores de pH arterial sangüíneo, pressão parcial arterial de CO2 e O2, freqüências respiratória e cardíaca e pressão arterial foram registrados antes da sedação (basal), 10 minutos após a sedação, após a indução e a cada 15 minutos durante a anestesia. Os dados foram processados por análise de variância e teste de Bonferroni (p<0,05). Não houve diferenças significativas entre os sistemas não-valvulado e circular, apesar de ter ocorrido acidose respiratória e hipercapnia moderada, concluindo-se que o aparelho proposto pode ser utilizado para manutenção de anestesia geral em ambos os sistemas em eqüinos por um período de no mínimo 60 minutos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>