ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.65-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>COMPARAÇÃO DE TRÊS TÉCNICAS PARA ISOLAMENTO DE FUNGOS EM SUPERFÍCIES</strong></p><p align=justify><b><u>Antonella Souza Mattei </u></b> (<i>UFPel</i>); <b>Isabel Martins Madrid </b> (<i>UFPel</i>); <b>Rosema Santin </b> (<i>UFPel</i>); <b>Ana Paula Albano </b> (<i>UFPel</i>); <b>Ryan N. Schurbert </b> (<i>UFPel</i>); <b>Luiz Paiva Carapeto </b> (<i>UFPel</i>); <b>Anelise Martins </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Tatiana Avila Antunes </b> (<i>UFPel</i>); <b>Mario Carlos Araujo Meireles </b> (<i>UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O ambiente hospitalar, incluindo o ar, a água e as superfícies inanimadas que cercam o paciente, guarda íntima relação com as infecções hospitalares, podendo proporcionar focos de contato e de transmissão de agentes infecciosos. Por essa razão, o monitoramento da contaminação ambiental fúngica deve ser recomendado para detectar aumentos da densidade de conídios, avaliar a eficiência da filtração do ar e a desinfecção de instrumentos, equipamentos e mobiliários pertencentes a estes locais. Além disso, deve-se dispensar uma maior atenção aos profissionais de saúde, pois suas mãos podem servir como fonte de infecção de leveduroses para pacientes internados em UTIs. Tendo em vista esta necessidade de monitoração fúngica antes e após a desinfecção, o presente estudo teve como objetivo comparar três técnicas para o isolamento de fungos em superfícies de ambientes veterinários. As coletas foram realizadas antes e após a desinfecção da mesa do consultório do hospital veterinário na cidade de Pelotas/RS, através de placas de contato, swabs e fitas adesivas estéreis. Após a coleta, os swabs e as fitas foram cultivados em placas que continham ágar Sabouraud destrose acrescido de cloranfenicol e incubadas a 32ºC durante cinco dias, juntamente com as placas de contato. Estas amostras foram acompanhadas diariamente e assim, classificadas, através da macroscopia, em filamentosas e leveduriformes, obtendo UFC/mL e UFC/cm2. O crescimento de colônias fúngicas foi verificado tanto antes quanto após a desinfecção, através das três técnicas. Entretanto, ocorreu uma diminuição desse crescimento após a desinfecção, no qual o desejável para uma efetiva desinfecção seria que não houvesse crescimento fúngico. Em pose dos resultados, podemos concluir que a técnica de placas de contato demonstrou maior eficiência pela maior praticidade e confiabilidade nos resultados para coleta de fungos de superfície, além da necessidade de uma monitoração ambiental em locais com trânsito freqüente de animais, para que assim sejam adotadas medidas adequadas que diminuam a presença destes microorganismos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>