ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:17.51-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Toxicologia</b><p align=justify><strong>O FENÔMENO DA BIOAUMENTAÇÃO DE METAIS PESADOS NA ESPÉCIE CIHLA SPP (TUCUNARÉ) CAPTURADOS NA REPRESA DE TUCURUÍ-PARÁ.</strong></p><p align=justify><b>Simone de Fátima Pinheiro Pereira </b> (<i>(Universidade Federal do Pará, Centro de Ciências Exatas e Naturais, Departamento de Química.</i>); <b>Geiso Rafael Fonseca Oliveira </b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>); <b><u>Bruno de Cassio Veloso de Barros </u></b> (<i>1- Laboratório Central do Estado do Pará- LACEN/SESPA</i>); <b>Dulcidéia da Conceição Palheta </b> (<i>3- Laboratório de Análises de Mineral - Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Vários fatores influenciam o grau de exposição dos indivíduos aos metais pesados, dentre eles merecem destaque a freqüência da ingestão de pescado; preferência por determinadas espécies; tamanho dos espécimes e o nível trófico. Um peixe muito consumido pela população ribeirinha na Amazônia é o tucunaré (Cihla spp). Originários da Amazônia podem ser encontrados em lagoas marginais aos rios nas épocas de seca e nos igapós nas épocas de cheia. Atualmente, também são encontrados em represas hidrelétricas desde o oeste do Paraná (Itaipú) até o estado de Goiás (Emborcação), no norte do Pantanal Mato-grossense (Rio Piquiri) e na Amazônia. Os tucunarés, pesando entre 2 e 3 quilos, são encontrados em abundância nas águas do rio Tocantins. É bom salientar também que, de outubro a final de janeiro e até meados de fevereiro, o tucunaré tem sua época de desova, que deve ser respeitada, pois nessa ocasião se reproduzem e protegem a prole valentemente, tornando-se então, pela vulnerabilidade ocasionada por sua valentia, presas fáceis de pescadores menos esportistas. A espécie é carnívora e, portanto tendem a bioacumular os metais pesados, pois se encontra no topo da cadeia trófica. Este trabalho avaliou a espécie como bioindicadora dos metais pesados fazendo a correlação dos resultados encontrados com a massa dos exemplares coletados na represa de Tucuruí. Os resultados encontrados para os metais pesados As concentrações de Al, Sr e Ca foram influenciadas pelo tamanho dos tucunarés capturados. Observou-se que, neste caso as concentrações tiveram um aumento nos exemplares maiores indicando o fenômeno da bioaumentação nesta espécie em particular, o mesmo não aconteceu com os elementos Ag, Cr, Cd, Ni, Pb, Ba, Zn, Fe, Na e Mg. Palavras-chave: Peixe, bioindicador, represa de Tucuruí </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>