ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.51-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>INCLUSÃO DOS BATEDORES ARTESANAIS DE AÇAÍ DENTRO DOS PADRÕES SANITÁRIOS.</strong></p><p align=justify><b>Lúcio Allan Romano de Melo </b> (<i>Universidade Estadual Do Pará-UEPA</i>); <b>Sidney José Quaresma Perna </b> (<i>Universidade Estadual Do Pará-UEPA</i>); <b>Marcos A. Eger da Cunha </b> (<i>Universidade Estadual Do Pará-UEPA</i>); <b><u>Bruno de Cássio Veloso de Barros </u></b> (<i>Laboaratorio Central do Estado do Para-Sespa/LACEN</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) é uma palmeira abundante no estuário do Rio Amazonas, em terrenos de várzea, igapós e terra firme, encontrando-se no Estado do Pará as maiores reservas naturais (NOGUEIRA, et al, 1995). Devido essa abundância de açaizeiros no Estado, verifica-se que grande parte da população paraense realiza o consumo do suco de açaí, principalmente durante as refeições, fazendo parte do cotidiano e da economia paraense. Entretanto, há uma grande preocupação com o crescimento desordenado dos pontos de venda deste produto pelos órgãos de fiscalização, muito dos quais abrem sem nenhum tipo de controle higiênico-sanitário. Neste contexto, foi trabalhado com vinte batedores de açaí, sendo dez (10) da cidade de Belém/Pa e dez (10) da cidade de Abaetetuba/Pa, realizando junto a eles treinamentos de Boas Práticas de Fabricação e Procedimentos Operacionais Padronizados - POP s, montando-se, ao final, uma cartilha, para que lhes dessem apoio nas atividades diárias. Para isso, foi realizada uma verificação, através da aplicação de check-list, nos locais de preparo, quanto aos seguintes aspectos: espaço físico dos estabelecimentos, práticas de produção adotadas durante o processo de obtenção da matéria-prima até o beneficiamento do produto  in natura . Em seguida, foram elaborados e ministrados os treinamentos com os batedores, procurando sempre esclarecer que seus produtos poderiam ser veículos para a proliferação de microrganismos patogênicos como: Salmonellas, Staphylococcus aureus, Coliformes Totais e Fecais, e Bolores e Leveduras, como mostramos através das análises realizadas pelo LACEN/SESPA, que identificaram diversas amostras contaminadas com Salmonellas e Coliformes Fecais. Conseguiu-se mostrar os pontos que mais se distanciavam da legislação vigente, sensibilizando os pequenos batedores a mudarem seus hábitos na prática de preparação do açaí, além de possibilitar o comprometimento e as adequações às BPF s propostas no decorrer deste estudo. Palavras chaves: Boas praticas.Açai.manipulaçao.higiene. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>