ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.16-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>ALTERAÇÕES DENSITOMÉTRICAS E MECÂNICAS EM FÊMURES DE RATAS SUBMETIDAS A ESTRESSE TÉRMICO.</strong></p><p align=justify><b><u>Keline Juliani Fabretti </u></b> (<i>Universidade Estadual Paulista /UNESP</i>); <b>Cristiane Mota Leite </b> (<i>Universidade de São Paulo /USP</i>); <b>Rita Cássia Menegati Dornelles </b> (<i>Universidade Estadual Paulista /UNESP</i>); <b>Mário Jefferson Quirino Louzada </b> (<i>Universidade Estadual Paulista /UNESP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Baseado na hipótese de que variações bruscas de temperatura, manejo, alimentação ou outros fatores estressantes podem resultar em aumento do metabolismo celular do corpo, por ativação do sistema simpático, o presente estudo teve por objetivo avaliar a densidade mineral óssea e parâmetros biomecânicos relacionados à resistência óssea em fêmures de ratas submetidas a estresse térmico. Ratas Wistar adultas com massa corporal entre 250-300g foram mantidas em caixas individuais à temperatura (24 ± 0,5ºC), luz (12h claro/12h escuro; luzes acesas às 6h) e exaustão (10 trocas do volume do ar da sala/ hora) controladas, com água e ração ad libitum. Foram distribuídos em dois grupos: C (n=10), controle; E (n=10), submetidos a 4ºC durante 3 horas/dia por oito semanas. Sacrificados, os fêmures foram removidos e refrigerados. Foi feita análise densitométrica utilizando-se a técnica de absorção de raios-x de duas energias (DEXA®) e conseguinte ensaio mecânico destrutivo ântero-posterior em flexão de três pontos com máquina de ensaio universal EMIC®. Foram obtidos os valores de força máxima - Fmax (145,00±21,00N), conteúdo mineral ósseo  CMO (0,38±0,05g), Área (1,63±0,20cm²) e densidade mineral óssea  DMO (0,24±0,02g/cm²) para o grupo C e Fmax (125,32±13,04N), CMO (0,32±0,04g), Área (1,44±0,14cm²) e DMO (0,22±0,02g/cm²) para o grupo E. A Análise estatística (Teste t Student) registrou diferença significativa entre os grupos confrontados (Área, p=0,0310; CMO, p=0,0097; Fmax, p=0,0265). Com base na metodologia empregada, concluímos que a submissão de ratas a estresse térmico (4&#1771; C) durante 3h/dia por oito semanas proporciona diminuição significante nos parâmetros analisados, prejudicando a qualidade do tecido ósseo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>